quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Meta!

"Educar é ter esperança no futuro, mesmo que o presente nos decepcione. É semear com sabedoria e colher com paciência. [...] Essa é a meta de todos os educadores que procuram a excelência , que buscam conhecer o funcionamento da mente, que estimulam nos jovens a arte de pensar, observar e interiorizar". -Augusto Cury - Pais Brilhantes, Professores Fascinantes.

O Presente nos decepciona.
Acredito que o pior é quando o professor se prende ao passado!
Se eu enquanto formadora de opinião, observada por olhares curioso que mesmo não falam nada, as vezes querem me fazer milhões de perguntas, não posso me dar ao "luxo" de condenar para o resto da vida a educação que tive e a educação que o meus país tem e oferece.
Não permitir ao aluno vários olhares para uma coisa só, por mais simples que seja, é amputar as suas esperanças. Fazê-lo desacreditar que os políticos um dia poderam ser honestos; que a saúde pública de fato sirva à todos por igual; que a corrupção não corrompa aqueles que por tempos achávamos que eram os nossos hérois: os policiais!
Pode até transparecer que queremos uma educação perfeita, onde não existirá: faltas, erros, discordâncias, desajustes, furtos.
Mais uma educação com qualidade podemos ter!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

"Se o professor é capaz de oferecer uma ajuda efetiva quanto à diversidade das situações de uso, a criança poderá aprender, por meio desse uso, as regras de funcionamento da linguagem escrita. O principal propósito, na nossa experiência, é ajudar os professores na interpretação das respostas das crianças e na programação de situações de aprendizagem. Por isso, antes de discutir o que é que os professores podem e devem ensinar, parece-nos importante saber quais são as idéias e os conhecimentos das crianças e quais são as idéias e os conhecimentos das crianças e quais expectativas podemos ter para proporcionar, depois, situações de ensino-aprendizagem".
Ana Teberosky

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Direitos Humanos na Educação Básica: qual o Significado?

A escola tem papel preponderante na formação de construção/elaboração/revisão de conhecimentos e valores, por contemplar todos esses processos, considerando que o objeto de seu tabalho é a formação humana, que além da apreensão dos conteúdos cognitivos, uma vez que envolve valores, comportamentos e atitudes.
A escola é o principal ambiente de aprendizagem organizada e sistemática que possilita a socialização e a apreensão dos conhecimentos acumulados ao longo da história da humanidade.
É na escola que a criança inicia seus contatos de socialização mais ampla, além da família, e aprender as regras de convivência, a forma de ser, de ver e entender o outro nas sua diferenças e estar no mundo.
Para que ela (escola) consiga desenvolver esse papel é importante estabelecer príncipios, valores e objetivos no PPP, de tal forma que desenvolva ações integradas no currículo escolar e nas ações fragmentadas, ou projetos isolados.
É imprescindível que a escola desenvolva uma cultura de respeito às pessoas, independentemente, das suas condições sociais, culturais, econômicas, culturais e de qualquer outra opção.
A democratização da sociedade exige necessariamente a informação, pois CONHECIMENTO É PODER, para que a pessoa possa situar-se no mundo, argumentar, reivindicare ampliar novos direitos.
A concepção de educação em direitos humanos explicita no Plano Nacional de Educção em Direitos Humanos - PNEDH:
Um processo sistemático e multidimensional que orienta a formação do sujeito de direitos, articulando as seguintes dimensões:
- apreensão de conhecimentos historicamente construídos sobre direitos humanos e a sua relação com os contextos internacional, nacional e local;
- afirmação de valores, atitudes e práticas sociais que expressam a cultura dos direitos humanos em todos os espaços da sociedade;
- formação de consciência cidadã capaz de se fazer presente em níveis cognitivo, social, ético e politico;
- desenvolvimento de processos metodológicos participativos e de construção coletiva, utilizando linguagens e mateirais didáticos contextualizados;
- fortalecimento de práticas individuais e sociais que gerem ações e instrumentos em favor da promoção, da proteção e da defesa dos direitos humanos, bom como da reparação das violações.



Texto de Mª Monteiro Silva. (Resumo)

sábado, 28 de janeiro de 2012

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

CNPq.


Você sabe ou já ouviu falar sobre o CNPQ.
É o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.Uma agência do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) destinada ao fomento da pesquisa científica e tecnológica e à formação de recursos humanos para a pesquisa no país. Sua história está diretamente ligada ao desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil contemporâneo.
Com 60 anos de história o CNPQ é um inportante instrumento na aréa.
Você que é universitário ou que já se formou, no site do CNPQ tem a PLATAFORMA LATTES que éa experiiência do CNPq na integração de bases de dados de Currículos, de Grupos de pesquisa e de Instituições em um único Sistema de Informações.
Sua projeção atual se estende não só às ações de planejamento, gestão e operacionalização do fomento do CNPq, mas também de outras agências de fomento federais e estaduais, das fundações estaduais de apoio à ciência e tecnologia, das instituições de ensino superior e dos institutos de pesquisa.
Além disso, se tornou estratégica não só para as atividades de planejamento e gestão, mas também para a formulação das políticas do Ministério de Ciência e Tecnologia e de outros órgãos governamentais da área de ciência, tecnologia e inovação.
Hoje em dia O Currículo Lattes se tornou um padrão nacional no registro da vida pregressa e atual dos estudantes e pesquisadores do país, e é hoje adotado pela maioria das instituições de fomento, universidades e institutos de pesquisa do País.
Por sua riqueza de informações e sua crescente confiabilidade e abrangência, se tornou elemento indispensável e compulsório à análise de mérito e competência dos pleitos de financiamentos na área de ciência e tecnologia.

domingo, 7 de agosto de 2011

“Não basta saber ler que Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho.”


Paulo Freire.